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Histórias reais: Arrependimentos que ainda remoemos 50 anos mais tarde

Brian H. Ashe, CLU

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Uma jovem consultora, médica residente que não quis pagar a entrada e teve um fim devastador, 50 anos de arrependimento.

QUANDO INICIEI MINHA CARREIRA neste negócio, gastei muito tempo trabalhando com médicos jovens. Eu ficava 10 ou 12 horas por dia em um hospital procurando residentes e aprendizes, na esperança de que fechassem negócios comigo durante o expediente, e talvez esse relacionamento pudesse gerar algo mais rentável quando estivessem ganhando mais dinheiro.

Conversei com uma residente de 26 anos de idade em um hospital de Chicago, Illinois. Isto foi em 1969, quando me sentei com Rosemary e falamos sobre opções básicas de seguro de vida.

Ela estava preocupada apenas com uma coisa: Ela havia feito empréstimos para pagar a faculdade de medicina e temia que, se qualquer coisa acontecesse com ela, seus pais teriam de arcar com essa dívida.

Ela decidiu começar com uma apólice bem modesta de US$ 25.000.

Então eu recebi a proposta. Disse a ela que seria melhor se ela me pagasse o prêmio inicial, porque mesmo o valor mínimo já passaria para a seguradora o risco, até que as informações médicas fossem avaliadas.

Ela disse: “Sinceramente, estou um pouco insegura neste momento. Eu prefiro não fazer isto. Gostaria de esperar até que a apólice seja emitida para pagar".

Então eu concordei. Fiquei satisfeito por ter obtido a proposta; Eu era novato no ramo.

Apresentei a proposta e a seguradora iniciou o processo. Liguei para confirmar os exames médicos.

Três ou quatro dias mais tarde, voltei ao hospital e estava conversando com outros médico quando recebi a notícia de que Rosemary havia falecido.

Um dia depois que eu falei com ela, ela teve uma embolia pulmonar. Rosemary havia se recuperado da primeira embolia, mas quando voltou ao seu apartamento no hospital, desenvolveu um segundo coágulo que foi fatal.

Meu mundo caiu, porque eu falhei com ela. Se eu tivesse pressionado um pouco mais para que ela tivesse feito aquele primeiro pagamento, seus pais não teriam de arcar com a dívida que agora seria deles.

Isto ainda me incomoda muito, 50 anos mais tarde.

Desde aquele dia, eu sempre sou mais firme ao recomendar aos proponentes de seguros que façam o primeiro pagamento junto com a proposta. Eles não têm nada a perder e tudo a ganhar, particularmente se sua saúde sofrer alguma alteração ou se vierem a falecer antes da emissão da apólice.

Brian Ashe é ano membro da MDRT há 48 anos, de Lisle, Illinois. Ele atuou como Presidente da MDRT em 2000.
Contato: Brian Ashe bashe29843@aol.com

 

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